Vêm aí temperaturas negativas

Este fim de semana pode muito bem ser o último com temperaturas mais amenas a fazer lembrar o verão. As temperaturas máximas vão descer 4 a 5 graus, mas nada que se compare com as previsões para a próxima semana.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê uma descida das temperaturas máximas de 4 a 5 graus já a partir desta sexta-feira. Mas, ainda assim, este pode ser o último fim de semana com temperaturas amenas a fazer lembrar o verão: a partir de terça-feira, prevê-se uma descida significativa das temperaturas mínimas, chegando a ser negativas, por exemplo nas Penhas Douradas, que, na quarta-feira, deve apresentar uma máxima de 8 graus e uma mínima de um grau negativo.
Assim, para este fim de semana, preveem-se máximas «para hoje entre os 22 e os 27 graus e no domingo entre os 16 a 22 graus», de acordo com o meteorologista Bruno Café, do IPMA, citado pela Lusa.
A partir do início da próxima semana, de acordo com o site do IPMA, registar-se-á uma descida mais acentuada. Para terça-feira, o Porto deverá ter temperaturas entre os 15 e os 9 graus, Lisboa entre os 15 e os 12 e Bragança entre os 10 e os 3 graus. Penhas Douradas deve apresentar uma mínima de 0 graus.
Quarta e quinta-feira, mais frio ainda, com as temperaturas a atingirem valores negativos nas Penhas Douradas.
Ainda assim, apesar do frio, o estado do tempo deve melhorar e a nebulosidade e os aguaceiros previstos para este fim de semana devem, progressivamente, dar lugar ao sol, que deve voltar a brilhar limpo daqui a uma semana.
Aviso amarelo para as regiões montanhosas da Madeira
Entretanto, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu hoje um aviso amarelo, o segundo mais importante de uma escala de quatro, para as regiões montanhosas da Madeira, devido a chuva forte.
A previsão do IPMA, até às 14:59 de hoje, aponta para períodos de céu muito nublado, com aguaceiros que podem ser fortes, em especial na vertente norte da ilha da Madeira.
No continente, o céu vai apresentar-se em geral muito nublado, com abertas na região sul e diminuindo gradualmente de nebulosidade no norte, a partir da tarde.
Nos Açores, a previsão para o grupo ocidental é de céu muito nublado, enquanto no central e oriental prevê-se boas abertas na madrugada, tornando-se encoberto durante a manhã e com aguaceiros fracos de tarde.
Fonte: Lusa

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Nem imaginas quanto ganha um deputado na assembleia da república! Até desmaias com a verdade!

Se já ouviste falar que os políticos vivem acima da média da atualidade, a partir de agora vais ficar com essa certeza, e talvez até chocado com a realidade e com a diferença dos que eles ganham, comparando com o cidadão português.
Os deputados ganham no mínimo 3 mil euros!
A Assembleia da República, coração da democracia e da representatividade do povo, tem pessoas a ‘trabalhar’ para o povo cujo vencimento é mais de 5 vezes superior ao ordenado mínimo nacional. Os deputados recebem no mínimo cerca de três mil e trezentos euros, mas podem receber bastante mais.
O deputado (sem regime de exclusividade) recebe 3.294,52EUR e não tem despesas de representação.
Já o deputado com regime de exclusividade recebe 3271,32EUR. Mas se pensam que este valor é inferior, lembrem-se que ainda se vai juntar 334,24EUR de despesas de representação. O valor total é de 3.605,56EUR.
Um Vice-Secretário da Mesa da Assembleia da República ganhya 3.261,97EUR mais 499,94EUR de despesas de representação. Contas somadas, são 3.761,91EUR. Este é também o valor que recebe o Presidente de uma Comissão Parlamentar ou um Vice-Presidente de um Grupo Parlamentar que tenha mais de 20 deputados.
Se estes valores são altos, podemos também analisar o vencimento do Secretário da Mesa da Assembleia da República, que aufere por mês também 3.261,97EUR mas que as suas despesas de representação sobem para 666,58. Se o “666” é considerado o número do Diabo, não sabemos se aqui tem relação. Sabemos sim que o valor final é de 3.928,55. Este é também o valor de um Presidente de um Grupo Parlamentar.
Os restantes salários aumentam para cima de 4.000EUR chegando a Presidente da Assembleia da República a ganhar um total de 7.325,20EUR, um valor quase 15 vezes superior ao salário mínimo nacional.
Embora estes sejam valores líquidos, são certamente superiores ao ordenado da maioria dos Portugueses.
Estes valores foram recentemente reduzidos
Os valores indicados já têm uma redução. A redução foi imposta através de leis e da própria austeridade que, parecendo que não, também atinge os políticos. Os cortes chegaram aos 15% em 2010 segundo avançou na altura o JN. Mesmo assim em 2010 o salário de um deputado era de 3815,17EUR.
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Portugal está em 5º lugar dos países mais corruptos em todo mundo!

Um estudo realizado recentemente colocou Portugal em 5.º lugar, entre os 38 países analisados.Um inquérito da consultora Ernest & Young sobre fraude e corrupção em 38 países coloca Portugal na quinta posição dos mais corruptos, a seguir à Croácia, Quénia, Eslovénia e Sérvia, e depois a Índia e Ucrânia.
Dos trabalhadores portugueses inquiridos – de um universo de 3.800 entrevistados, de 38 países da Europa Ocidental e de Leste e do Médio Oriente, Índia e África – 83% concordam que as práticas de suborno/corrupção acontecem de uma forma generalizada em Portugal.
Na Croácia são 92% dos entrevistados que têm essa crença, sendo o país com pior resultado, enquanto na Bélgica são 34%, na Alemanha 26% e na Finlândia 11%, sendo a Dinamarca o país com melhor desempenho no inquérito, com apenas 4% dos inquiridos nacionais a defender que as práticas de suborno e corrupção são generalizadas.
“No último ano e meio, Portugal tem sido fustigado por casos de corrupção. Por isso, os entrevistados terão mais propensão para responder positivamente” a questões relacionadas com corrupção e fraude, afirmou Pedro Cunha, da Ernest & Young, na apresentação dos resultados do inquérito, esta terça-feira, em Lisboa.Dos inquiridos em Portugal, 61% consideram que existiu uma distorção de resultados financeiros das empresas e apenas 28% consideram a ética empresarial da sua organização como “muito boa”.
Contudo, 25% dos inquiridos em Portugal acredita ter existido uma melhoria na ética empresarial da sua empresa nos últimos dois anos.
O setor financeiro destaca-se no estudo, e não só em Portugal, como aquele em que a ética é mais salvaguardada do que noutros setores económicos, mas devido às exigências impostas pelo regulador, um papel em Portugal assumido pelo Banco de Portugal.
Os entrevistados do setor dos serviços financeiros apresentam uma probabilidade quase 50% superior do que outros entrevistados de referir que as respetivas organizações dispõem de uma politica de prevenção da fraude e corrupção e de um código de conduta.

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Sismo irá matar entre 20 mil a 30 mil pessoas em Portugal (vídeo)

Os maiores especialistas em sismos portugueses avisam que Portugal pode sofrer, a qualquer momento, um terramoto e um tsunami semelhantes aos que já vimos no Japão e que vai matar dezenas de milhar de pessoas porque o país não está preparado para esse tipo de desastres da natureza. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, avisa que em Portugal nem sequer os hospitais estão preparados para um sismo.Em 1755 Portugal sofreu um terramoto de magnitude 8,5 a 9, semelhante ao do Japão. E é uma certeza científica que vai repetir-se a qualquer momento. «Pode ser amanhã, pode ser depois de amanhã. É errado pensar que só será em 2755», disse à TVI Maria Ana Viana Baptista, geofísica. «Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil. Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».
O mais interessante é que curiosamente um dos edifícios públicos preparados para tal incidente é Assembleia da Republica, mas no que toca as políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses. O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.

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Tens que saber disto! Há um negócio mafioso com os LIVROS ESCOLARES!

Em Portugal tudo tem o preço que os interesses dos lobies exigem, o negócio dos manuais escolares não escapa à ganancia.
E QUEM LUCRA?! Obviamente as editoras, que dominam o negócio, sem que o Ministério mostre vontade de impor uma nova política.
E sofrem as famílias que, no início de cada ano letivo, gastam fortunas na aquisição de livros. A inexistência de bancos para troca de livros em todas as escolas públicas é incompreensível. Aí todos os alunos poderiam levantar gratuitamente os seus manuais, a troco de deixarem os do ano anterior. É claro que famílias que queiram comprar livros novos seriam livres de o fazer. Mas, para as outras de orçamentos mais apertados, ou simplesmente combatentes do desperdício, as escolas deveriam instituir um sistema universal de entrega de manuais.
É assim em toda a Europa: da Dinamarca a Espanha, passando pela França ou pelo Reino Unido, em todos estes países os manuais são reutilizados. Esta medida é, aliás, também obrigatória em Portugal, pois a legislação determina que “escolas e agrupamentos de escolas devem criar modalidades de empréstimo de manuais escolares“. Mas, como a Lei é desprezada, a cada ano, o esforço familiar é enorme e aumenta à medida que os alunos progridem no sistema escolar. Os valores superam as duas centenas de euros, numa escala crescente, insuportável então para quem tenha mais que um filho a frequentar a escola.
Estes preços incomportáveis só são possíveis porque são as editoras quem, no fundo, decide a política de manuais escolares e os preços.
Dominam um setor que representa mais de cem milhões de euros, considerando que os cerca de milhão e meio de estudantes do ensino básico e secundário adquirem perto de dez milhões de livros. O facto de estes bancos escolares para troca de livros não serem uma realidade sistemática e regular em Portugal é mais um exemplo das muitas políticas que o Estado não faz cumprir, permitindo que os cidadãos sejam, deste modo, e mais uma vez, defraudados.”
Mas ainda há mais…
A União de Editores preocupa-se em vender livros, nem que seja à força… em 2005 quando se tentou aumentar o tempo de validade dos livros, a reacção da União dos Editores Portugueses foi apenas salvaguardar o seu lucro.
“De acordo com o documento, o prazo de vigência dos livros será aumentado de três para seis anos, o mesmo tempo de duração dos programas curriculares, “para permitir a possibilidade de reutilização dos manuais e, desse modo, reduzir os encargos das famílias”.
Segundo Manuel Ferrão da UEP, este aumento do prazo de vigência dos manuais põe em causa a sobrevivência das editoras escolares, que ficarão sem livros para editar durante vários anos.
“Se os manuais vão durar seis anos, as editoras vão ficar paradas, sem livros para editar durante três ou quatro anos e não sei como poderão sobreviver. O que fazemos aos trabalhadores durante esse período?”, questiona. Em Portugal, o mercado da edição escolar representa cerca de 56 milhões de euros, segundo estimativas do ano passado.
Reparem no desplante. Nem têm vergonha de proferir estas afirmações em público, porque vivemos num país onde vale tudo? Um loby ter a coragem de afirmar sem qualquer pudor, que precisam que o governo obrigue as famílias a gastar dinheiro em livros mesmo sem necessidade, obrigue o ambiente a ser agredido, obrigue ao desperdício de papel, porque eles precisam para viver bem? Tudo para manter empresas que na verdade são parasitas insustentáveis???

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